Implantes dentários curtos versus aumento ósseo vertical na mandíbula posterior: uma revisão da literatura contemporânea.
DOI:
https://doi.org/10.5281/msk9vw55Palavras-chave:
Implantes dentários; Implantes curtos; Mandíbula posterior; Aumento ósseo; Enxerto vertical.Resumo
A reabilitação de regiões posteriores da mandíbula com altura óssea reduzida tradicionalmente envolveu procedimentos de aumento vertical, como enxerto em bloco, elevação do assoalho do canal e técnicas de expansão óssea. No entanto, o desenvolvimento de implantes curtos modificou substancialmente esse panorama clínico, oferecendo uma alternativa menos invasiva e potencialmente equivalente em eficácia. Esta revisão analisou evidências publicadas entre 2010 e 2024 comparando implantes curtos a procedimentos de enxertia vertical em termos de sobrevivência, perda óssea marginal, complicações biológicas e mecânicas, morbidade e satisfação do paciente. Estudos clínicos e revisões sistemáticas mostram que os implantes curtos apresentam desempenho semelhante ao dos implantes convencionais instalados em osso aumentado, com menor morbidade e menor incidência de complicações cirúrgicas. Conclui-se que, para a maioria dos casos, implantes curtos representam opção segura, previsível e menos invasiva para reabilitações mandibulares posteriores.
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