Implantes dentários curtos versus aumento ósseo vertical na mandíbula posterior: uma revisão da literatura contemporânea.

Autores

  • Anderson Jara Ferreira UFPB Autor
  • Ilan Hudson Gomes de Santana Autor
  • Eduardo Dias Ribeiro Autor

DOI:

https://doi.org/10.5281/msk9vw55

Palavras-chave:

Implantes dentários; Implantes curtos; Mandíbula posterior; Aumento ósseo; Enxerto vertical.

Resumo

A reabilitação de regiões posteriores da mandíbula com altura óssea reduzida tradicionalmente envolveu procedimentos de aumento vertical, como enxerto em bloco, elevação do assoalho do canal e técnicas de expansão óssea. No entanto, o desenvolvimento de implantes curtos modificou substancialmente esse panorama clínico, oferecendo uma alternativa menos invasiva e potencialmente equivalente em eficácia. Esta revisão analisou evidências publicadas entre 2010 e 2024 comparando implantes curtos a procedimentos de enxertia vertical em termos de sobrevivência, perda óssea marginal, complicações biológicas e mecânicas, morbidade e satisfação do paciente. Estudos clínicos e revisões sistemáticas mostram que os implantes curtos apresentam desempenho semelhante ao dos implantes convencionais instalados em osso aumentado, com menor morbidade e menor incidência de complicações cirúrgicas. Conclui-se que, para a maioria dos casos, implantes curtos representam opção segura, previsível e menos invasiva para reabilitações mandibulares posteriores.

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Publicado

2025-12-17

Como Citar

Implantes dentários curtos versus aumento ósseo vertical na mandíbula posterior: uma revisão da literatura contemporânea. (2025). Brazilian Journal of Stomatology, Surgery and Implants, 1(1), 4. https://doi.org/10.5281/msk9vw55